25 de Setembro de 2026
O Google Search Console começou a disponibilizar um relatório de desempenho de IA generativa que mostra quando páginas de um site aparecem em recursos como AI Overviews e AI Mode. Para empresas que dependem do Google para gerar oportunidades, essa mudança é muito mais importante do que parece.
Durante muito tempo, saber se uma empresa estava sendo encontrada por sistemas de inteligência artificial era quase um exercício de tentativa e erro. Era preciso testar perguntas manualmente no ChatGPT, Perplexity, Claude, Grok e no próprio Google, observar quais empresas apareciam e tentar descobrir por que uma marca era citada enquanto outra ficava de fora.
Agora, pelo menos dentro do ecossistema do Google, parte dessa informação começou a aparecer diretamente no Search Console.
Isso muda a conversa. Em vez de perguntar apenas "qual é a posição da minha empresa no Google?", começa a fazer sentido perguntar também: "em quais respostas geradas por IA meu site está sendo considerado?"
O relatório de performance da IA generativa mostra as impressões que as páginas de um site recebem quando aparecem em recursos de IA da Pesquisa Google.
Segundo a documentação oficial do Google, o relatório contempla atualmente o AI Overviews, conhecido em português como Visões gerais criadas por IA, e o AI Mode. O acesso ainda está sendo disponibilizado gradualmente para os proprietários de sites.
Na prática, isso significa que o Google começou a oferecer uma maneira própria de observar a presença de um site nas experiências generativas da Pesquisa, em vez de deixar toda essa análise dependente de ferramentas externas.
Imagine, por exemplo, uma empresa que desenvolve aplicativos sob medida.
Um potencial cliente pode pesquisar algo como:
Em uma busca tradicional, você normalmente acompanha palavras-chave, posições, impressões, cliques e CTR. Nas experiências com IA, a lógica fica mais complexa porque uma única pergunta pode gerar uma resposta construída a partir de várias pesquisas relacionadas.
O relatório permite analisar a presença do site por páginas, países, dispositivos e períodos.
Essa informação é especialmente interessante porque não mostra apenas se uma marca apareceu. Ela permite descobrir quais partes do site estão conseguindo ganhar visibilidade nas respostas geradas por IA.
| Dimensão | O que você pode descobrir | Exemplo prático |
|---|---|---|
| Páginas | Quais URLs receberam impressões em recursos de IA | Um artigo sobre desenvolvimento de aplicativos aparece muito mais que a página comercial |
| Países | De onde vieram as pesquisas que geraram as impressões | Seu conteúdo ganha visibilidade no Brasil, mas quase não aparece em pesquisas internacionais |
| Dispositivos | Em quais tipos de dispositivos ocorreram as impressões | Uma página apresenta forte presença em pesquisas feitas pelo celular |
| Datas | Como as impressões evoluem ao longo do tempo | Um conteúdo começa a aparecer mais depois de uma atualização |
Existe, porém, uma diferença importante em relação ao relatório tradicional de desempenho: o novo relatório de IA trabalha com impressões, e não oferece um relatório separado de cliques originados especificamente dessas funcionalidades de IA.
Isso significa que aparecer bastante não é necessariamente o mesmo que receber bastante tráfego.
Uma empresa pode aumentar sua exposição em respostas de IA sem necessariamente aumentar os acessos ao site na mesma proporção.
Esse é um dos pontos que os empresários precisam entender antes de comemorar apenas o crescimento das impressões.
Imagine que alguém pesquise "quanto custa desenvolver um aplicativo para uma pequena empresa?".
O Google pode apresentar uma resposta bastante completa diretamente na página de resultados e citar algumas fontes para complementar a explicação. O usuário pode entender boa parte do assunto sem visitar todos os sites citados.
Por outro lado, uma pessoa que está realmente avaliando fornecedores pode clicar na fonte para conhecer a empresa, analisar portfólio, conferir funcionalidades, entender o processo e solicitar um orçamento.
Por isso, a análise não deve terminar na pergunta "quantas impressões eu tive?".
É preciso observar também se o conteúdo está atraindo pessoas em momentos importantes da jornada de compra.
O valor do relatório está menos no número isolado de impressões e mais no que esses dados revelam sobre o conteúdo do site.
Uma análise simples já pode gerar perguntas muito úteis.
Esse último ponto merece atenção.
Imagine uma empresa que possui 50 artigos no blog, mas sua página de serviço praticamente nunca aparece em contextos relacionados à contratação.
Isso pode indicar que o site consegue responder perguntas informativas, mas ainda não apresenta sinais suficientes para que seus produtos ou serviços sejam associados às decisões de compra.
O problema, nesse caso, não é simplesmente "falta de conteúdo". Pode ser necessário melhorar a arquitetura do site, a clareza das páginas comerciais, os links internos, as informações sobre produtos e serviços, os sinais de autoridade e a relação entre os diferentes conteúdos.
Não existe uma fórmula separada de SEO para aparecer no AI Overviews ou no AI Mode.
Essa é uma das informações mais importantes das orientações atuais do próprio Google.
As experiências de IA utilizam os sistemas de pesquisa existentes para encontrar conteúdo relevante, atual e útil. O Google afirma que as práticas fundamentais de SEO continuam sendo importantes para as experiências generativas.
Isso derruba uma ideia bastante comum no mercado: a de que seria necessário abandonar o SEO tradicional e começar tudo novamente com uma estratégia completamente diferente chamada GEO.
Na prática, o cenário é mais simples.
Um site tecnicamente acessível, bem estruturado, útil, confiável e relevante continua tendo uma base muito mais sólida para aparecer tanto nos resultados tradicionais quanto nas experiências de pesquisa com IA.
Isso não significa que o comportamento das buscas seja idêntico. O usuário pode fazer perguntas mais longas, pedir comparações, acrescentar contexto e continuar a conversa. Mas o conteúdo que alimenta essas respostas ainda precisa ser encontrado, compreendido e considerado relevante pelos sistemas de pesquisa.
GEO, ou Generative Engine Optimization, é o termo usado para descrever estratégias voltadas à visibilidade de marcas em experiências de busca generativa.
O próprio Google, porém, vem reforçando que não é necessário tratar GEO como um conjunto de "truques" independentes do SEO.
Em uma publicação oficial de 2026, o Google resumiu essa relação de forma bastante direta: bom SEO continua sendo uma boa base para GEO.
Isso faz sentido quando olhamos para o funcionamento da busca moderna.
Uma página precisa continuar sendo rastreável, indexável, compreensível e útil. Ela precisa apresentar informações reais e relevantes para o público. Também precisa oferecer uma boa experiência para quem chega ao site.
O que mudou é que agora o usuário pode chegar até essa informação por uma resposta gerada por IA, e não somente por uma lista tradicional de resultados.
O AI Mode permite que o usuário faça perguntas mais complexas e continue explorando um assunto sem precisar transformar cada etapa em uma nova pesquisa independente.
O Google explica que recursos de IA podem utilizar uma técnica chamada query fan-out, na qual o sistema realiza várias pesquisas relacionadas para construir uma resposta mais completa.
Considere um empresário procurando uma solução de aplicativo para seu negócio.
A pergunta inicial poderia ser:
"Quero criar um aplicativo para minha empresa. Qual é a melhor opção?"
A partir daí, podem surgir necessidades relacionadas a custo, tecnologia, prazo, funcionalidades, publicação nas lojas, manutenção, integração com sistemas existentes, segurança e experiência do usuário.
Isso significa que uma única página genérica chamada "Desenvolvimento de Aplicativos" dificilmente consegue responder com profundidade a todas essas necessidades.
Uma estratégia de conteúdo mais completa pode trabalhar diferentes etapas da decisão:
O objetivo não é criar dezenas de páginas apenas para cobrir palavras-chave.
O objetivo é construir uma biblioteca de informações que realmente ajude o cliente a tomar uma decisão.
A melhor preparação para o AI Search começa pela mesma base que sustenta um bom site nos resultados tradicionais.
Não comece pela pergunta "qual palavra-chave eu preciso colocar?". Comece pela pergunta "o que meu cliente precisa saber antes de comprar?".
Uma empresa que desenvolve aplicativos pode produzir conteúdos explicando custos, prazos, tecnologias, funcionalidades, processos, integrações e situações reais de uso.
Experiência de primeira mão é uma das formas mais fortes de diferenciar um conteúdo de um texto genérico encontrado em dezenas de sites.
Em vez de escrever apenas "aplicativos precisam de testes", explique quais testes fazem parte de um projeto real, quais problemas costumam aparecer e como sua equipe trabalha para identificá-los.
Em vez de simplesmente dizer que um aplicativo pode integrar com APIs, mostre exemplos de integrações que fazem sentido para determinados tipos de negócio.
Autor, empresa, experiência profissional, página institucional e informações de contato ajudam o visitante a entender quem está produzindo aquela informação.
Para uma empresa de tecnologia, isso pode incluir uma página institucional bem construída, portfólio, projetos realizados, informações sobre a equipe e conteúdos assinados ou revisados por profissionais que realmente atuam na área.
Não esconda as informações comerciais importantes dentro de textos vagos.
Se sua empresa desenvolve aplicativos sob medida, explique o que isso significa, para quem o serviço é indicado, como funciona o projeto, quais etapas existem, quais tecnologias podem ser utilizadas e o que acontece depois da publicação.
Quanto mais clara for a entidade "empresa + serviço + especialidade", mais fácil fica para pessoas e sistemas compreenderem o posicionamento do negócio.
Um artigo sobre custo de desenvolvimento pode apontar para uma página sobre desenvolvimento sob medida. Essa página pode apontar para um portfólio. O portfólio pode levar para cases específicos.
Links internos ajudam a transformar páginas isoladas em uma estrutura coerente de conhecimento.
Conteúdo excelente não resolve um site que não pode ser rastreado ou indexado corretamente.
Não tente criar conteúdos artificiais apenas para manipular respostas de IA.
O próprio Google alerta contra estratégias que tentam produzir grandes quantidades de páginas sem valor real, perseguir menções artificiais ou criar conteúdo apenas porque uma determinada consulta parece estar em alta.
Também não existe necessidade de transformar cada parágrafo em uma sequência artificial de respostas curtas ou repetir dezenas de variações da mesma palavra-chave.
Um exemplo ruim seria criar páginas como:
se todas elas tiverem praticamente o mesmo conteúdo.
Uma página realmente útil sobre como escolher uma empresa de desenvolvimento de aplicativos pode ser muito mais valiosa do que cinco páginas criadas apenas para capturar variações de palavras-chave.
Não existe um arquivo especial ou uma marcação Schema específica que o Google exija para um site aparecer no AI Overviews ou no AI Mode.
O Google afirma atualmente que não é necessário criar arquivos específicos para IA, como llms.txt, nem utilizar uma marcação especial do Schema.org para conquistar presença nas experiências generativas da Pesquisa.
Isso não significa que dados estruturados sejam inúteis. Eles continuam tendo aplicações importantes no SEO tradicional e podem ajudar os mecanismos de busca a compreender determinadas informações quando implementados corretamente.
O problema é transformar uma ferramenta técnica em uma promessa de "hack para IA".
Não existe um botão de GEO que substitua conteúdo útil, boa arquitetura, autoridade e uma experiência de qualidade.
Uma estratégia eficiente precisa cobrir diferentes momentos da decisão, e não apenas as pesquisas mais próximas da contratação.
| Etapa | O que o cliente quer saber | Conteúdo que pode ajudar |
|---|---|---|
| Descoberta | O que é e como funciona? | Guias, explicações e conteúdos educativos |
| Problema | Como resolver determinada necessidade? | Tutoriais, alternativas e casos de uso |
| Comparação | Qual solução é melhor? | Comparativos, vantagens, limitações e cenários |
| Investimento | Quanto custa? | Guias de preço, fatores que influenciam o orçamento e exemplos |
| Escolha | Qual empresa devo contratar? | Portfólio, cases, metodologia, experiência e diferenciais |
| Implementação | Como será o projeto? | Processo, cronograma, tecnologias, suporte e manutenção |
Essa estrutura também ajuda a empresa a perceber uma falha bastante comum: produzir muito conteúdo sobre problemas gerais e quase nada sobre a própria solução.
Se o objetivo é gerar negócios, o site precisa responder tanto às dúvidas informativas quanto às perguntas que aparecem imediatamente antes da contratação.
Os dados podem mostrar quais partes da sua estratégia estão realmente ganhando espaço nas experiências de IA.
Imagine que uma empresa tenha três grupos de páginas:
Se praticamente todas as impressões estiverem concentradas nos artigos educativos, isso não significa necessariamente que a estratégia esteja errada.
Mas pode indicar uma oportunidade.
Talvez seja necessário fortalecer a ligação entre esses conteúdos e as páginas comerciais. Talvez os serviços estejam descritos de forma genérica. Talvez faltem cases. Talvez a empresa não explique claramente quais problemas resolve.
O relatório passa a ser um ponto de partida para investigar essas hipóteses.
Uma empresa de tecnologia pode usar os dados do Search Console para descobrir quais temas estão gerando visibilidade e decidir onde investir na próxima rodada de conteúdo.
Imagine que uma empresa especializada em aplicativos perceba que conteúdos sobre "quanto custa criar um aplicativo" estão recebendo muitas impressões de IA.
O próximo passo não deveria ser produzir dez textos sobre preço.
Seria mais inteligente analisar o que o visitante precisa saber depois dessa pergunta:
Esse conjunto forma uma área de conhecimento muito mais útil para o cliente.
E é justamente esse tipo de estrutura que faz sentido em uma estratégia moderna de SEO e presença em mecanismos de busca com IA.
Para empresas de desenvolvimento de aplicativos, a mudança aumenta a importância de explicar claramente conhecimento, experiência, serviços e casos de uso.
Um site de uma software house não deveria depender apenas de uma página dizendo "desenvolvemos aplicativos Android e iOS".
O potencial cliente pode ter dezenas de dúvidas antes de entrar em contato.
Ele pode querer saber se deve desenvolver um aplicativo próprio, quanto custa, qual tecnologia usar, como funciona a publicação, como integrar com seu sistema atual ou se uma solução white label seria suficiente.
Cada uma dessas dúvidas representa uma oportunidade de demonstrar conhecimento.
Para uma empresa como a Dynamica Soft, que trabalha com criação de aplicativos profissionais e sob medida, isso significa que o conteúdo pode funcionar como uma extensão da própria equipe comercial.
Quando um artigo explica uma dúvida real do empresário, ele não está apenas tentando conseguir uma visita do Google. Está antecipando uma conversa que provavelmente aconteceria durante uma reunião comercial.
E-E-A-T representa Experience, Expertise, Authoritativeness e Trustworthiness: experiência, especialização, autoridade e confiança.
O próprio Google esclarece que E-E-A-T não é um fator de classificação individual que você possa simplesmente "ativar". O conceito serve para avaliar um conjunto de sinais associados à qualidade e à confiança de um conteúdo.
Na prática, uma empresa pode trabalhar esses princípios de maneira bastante concreta.
Para uma empresa de desenvolvimento de software, um case detalhado costuma ser mais convincente do que uma página cheia de frases genéricas como "somos especialistas em tecnologia".
Explique o problema enfrentado pelo cliente, a solução desenvolvida, as decisões tomadas, os desafios encontrados e o resultado obtido quando puder divulgar essas informações.
Isso cria uma demonstração de conhecimento que dificilmente pode ser substituída por um texto genérico produzido apenas para preencher uma página.
Não. O Google informa que o relatório de performance da IA generativa está sendo disponibilizado gradualmente para um subconjunto de propriedades. Se ele ainda não apareceu no seu Search Console, isso não significa necessariamente que exista algum problema no seu site.
O relatório específico de IA apresenta impressões relacionadas às funcionalidades generativas. Ele não fornece uma métrica separada de cliques originados especificamente dessas funcionalidades. Os dados gerais de desempenho da Pesquisa continuam disponíveis no Search Console.
Não é necessário abandonar o SEO tradicional. O próprio Google afirma que as práticas fundamentais de SEO continuam relevantes para AI Overviews e AI Mode. O mais importante é produzir conteúdo útil, manter uma estrutura técnica adequada e oferecer informações confiáveis e relevantes.
Não. O Google afirma que não é necessário criar arquivos específicos, como llms.txt, para obter visibilidade nas experiências generativas da Pesquisa. O foco deve continuar em conteúdo útil, estrutura técnica, rastreabilidade e qualidade.
Não necessariamente. O Google afirma que o foco está na qualidade e utilidade do conteúdo, e não simplesmente na forma como ele foi produzido. O problema acontece quando automação é utilizada para produzir conteúdo em escala sem valor real ou com o objetivo principal de manipular os resultados de pesquisa.
O novo relatório de IA do Search Console representa uma mudança importante porque transforma parte da visibilidade generativa em algo que os proprietários de sites conseguem medir diretamente.
Até pouco tempo, a presença de uma empresa em respostas de inteligência artificial era difícil de acompanhar com precisão. Agora, o Google começa a entregar dados próprios sobre a exposição de páginas em suas experiências generativas.
Isso também deixa uma coisa mais clara: não existe uma estratégia mágica para "enganar" a IA.
O caminho mais consistente continua sendo construir um site que tenha informações úteis, estrutura clara, conteúdo original, experiência real, conhecimento demonstrável e sinais de confiança.
Para uma empresa que vende tecnologia, isso significa ir além de dizer o que faz. É preciso explicar como faz, por que determinadas soluções são melhores em determinados cenários, quais problemas resolve, quanto custa, como funciona a implementação e quais resultados pode proporcionar.
Quando o conteúdo consegue responder às perguntas que o cliente realmente faria antes de contratar uma empresa, ele passa a ter valor para o usuário e também mais chances de ser encontrado pelos sistemas de busca que estão evoluindo para responder essas perguntas.
A Dynamica Soft trabalha com criação de aplicativos profissionais e sob medida, desenvolvendo soluções de acordo com as necessidades de cada negócio.
Se sua empresa precisa transformar uma ideia em aplicativo, modernizar uma operação ou criar uma solução digital própria para Android, iOS ou outras plataformas, o primeiro passo é entender o projeto, os objetivos e as necessidades reais do negócio.
Conheça a Dynamica Soft e solicite uma avaliação do seu projeto de aplicativo.
Em 2026, não basta estar presente na internet. Sua empresa precisa ser compreendida por pessoas, mecanismos de busca e pelas novas experiências de pesquisa baseadas em inteligência artificial.
Sou designer focada na criação de interfaces para aplicativos, com o objetivo de tornar cada experiência simples, intuitiva e eficiente para o usuário. Trabalho desenvolvendo layouts que não só sejam bonitos, mas que também ajudem na navegação e na conversão dentro dos apps. No blog, compartilho conteúdos sobre design de aplicativos, usabilidade e tendências que impactam diretamente na experiência do usuário.
Conheça o MoneyPrinterTurbo, projeto open source que automatiza roteiro, ...
Conheça ferramentas de inteligência artificial para escrever, criar imagens, ...
O novo iPhone Duo combina tela grande, formato dobrável, inteligência ...